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Aprender instrumentos. Ler a música. Viver a arte.

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Nossos Cursos

O Guri oferece diversas modalidades de cursos para você aprender música. São mais de 500 polos de ensino em todo o Estado de São Paulo.

Para realizar a matrícula, é necessário entrar em contato diretamente com o polo de ensino em que deseja estudar para realizar o agendamento do atendimento presencial.

A aluna ou aluno deverá estar acompanhado pelo responsável, portando os seguintes documentos: certidão de nascimento ou RG (original e cópia); comprovante de matrícula escolar e/ou declaração de frequência escolar; RG do responsável (original e cópia), uma foto 3×4 recente e comprovante de endereço para consulta.

Iniciação Musical para Crianças

Para crianças de 6 a 9 anos. 2 aulas por semana. 4 semestres. Conhecer, tocar e construir instrumentos, cantar canções brasileiras e de outros países, ampliar a percepção para escutar com consciência o mundo sonoro, desenvolver habilidades rítmico-motoras, aprender a ler, escrever e criar música, estudar e perceber a importância da música em nossas vidas.

Cursos Sequenciais

Para jovens de 10 a 18 anos. Atividades de 2ª a 6ª feira. Quatro dias de aulas coletivas e um dia de estudo de instrumento. Oito semestres progressivos. São aulas coletivas de canto ou instrumento, canto coral, prática de conjunto e teoria musical.

Iniciação Musical para Adultos

Para adultos maiores de 18 anos. Uma aula por semana livre. O curso de iniciação musical para adultos tem um plano pedagógico cuidadosamente elaborado que privilegia aulas focadas em vivência, apreciação musical e ampliação de repertório.

Cursos Modulares

Livre para todas as idades. 1 aula por semana. 1 semestre. Estruturado para alunos que não podem ou não querem seguir seus estudos musicais com a carga horária dos cursos sequenciais. O curso modular desenvolve, semestralmente, projetos que têm começo, meio e fim no período de um semestre.

Cursos EAD

As aulas síncronas dos cursos a distância são encontros ao vivo entre alunos(as) e professores(as) e terão duração de 60 minutos cada. A oferta de grade de horários contemplará os períodos matutino, vespertino e noturno, a fim de garantir a qualidade na educação musical e oportunizar o desenvolvimento artístico-pedagógico de alunos e alunas.

Guri nas Escolas

Oferecer cursos e atividades dentro da grade curricular das escolas das redes pública de ensino estadual e municipal, bem como em períodos de contraturno, os quais poderão ser desenvolvidos por meio de projetos interdisciplinares, envolvendo diversas áreas de conhecimento e de acordo com as possibilidades e estrutura de cada unidade escolar.

Vem pro Guri

Para os cursos regulares, siga para o polo de ensino mais próximo de sua casa. Para os cursos modulares ou EaD, fique de olho em nossa programação. Ficou interessado em algum curso do Guri? Procure o polo mais próximo e faça sua matrícula presencialmente.

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Calendário pedagógico

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Conheça os grupos musicais

Os Grupos Musicais do Guri são responsáveis pela difusão artístico-musical do programa. Reúnem alunas e alunos de diferentes cidades e desenvolvem repertório específico para apresentações musicais. Os Grupos Musicais são constituídos por orquestras sinfônicas, orquestras de cordas, bandas sinfônicas, big bands, cameratas de cordas, cameratas de violões, regional de choro, conjuntos de percussão e de corais (infantil, juvenil e familiar).

Camerata de Violões do GURI de São Paulo
O violão é um dos instrumentos mais populares do Brasil e a cultura violonística brasileira é uma das mais ricas do mundo. A formação em camerata, uma “orquestra de câmara de violões”, corresponde a uma certa tradição de grupos homogêneos, formados por instrumentos da mesma família, mas oferece também um espaço de criatividade e experimentação – pouco usual, trilha o caminho da descoberta de uma identidade, com pesquisas de timbre e exploração de novas e próprias sonoridades. Assim, a Camerata de Violões do GURI atende a um objetivo ao mesmo tempo artístico, pedagógico e social, criando um ambiente em que os alunos e alunas aprendem e se desenvolvem, ao mesmo tempo em que constroem uma performance e amadurecem sua atuação no palco. Formada em 2010, a Camerata de Violões do Guri tem uma história de encomendas de composições, arranjos e transcrições originais. Após anos apurando o repertório, lançou o CD Retratos Brasileiros, apenas com obras realizadas especialmente para o grupo. Publicou um Caderno de Partituras, que acompanha o álbum e difunde um repertório base para o ensino coletivo do violão. Já participou do intercâmbio com a Orquestra de Violões da Fundação Nova Vida; participou do Festival Internacional de Violonistas em Tatuí, de um intensivo com o Duo Siqueira Lima e de um projeto integrado com o Coral Infantil do GURI de São Paulo. A Camerata de Violões do GURI de São Paulo já recebeu formadores como Edson Lopes, Márcia Braga, Ricardo Grion e Gonçalo Cordeiro. O grupo já esteve sob regência de Thales Maestre, Flávia Prando, Paulo Bellinati, Eduardo Meneses, Paulo Porto Alegre e Fábio Bartoloni. A Camerata de Violões do GURI de São Paulo já executou peças dedicadas ao próprio grupo, de compositores como Paulo Bellinati, Christyan Dozza, Paulo Porto Alegre e o ex-aluno do grupo, Joabe Guilherme.
Orquestra Sinfônica do GURI de Jundiaí
O conjunto de instrumentos de cordas tocados com arco: violinos, violas, violoncelos e contrabaixos acústicos; sopros com madeiras: flautas, oboé, clarinete e fagote, metais: trompete, trompa, trombone, tuba; percussão com: tambores (tímpanos, bumbo, caixa, pandeiro), instrumentos de metal (pratos, triângulo, gongos) ou madeira (bloco de madeira, castanhola), é chamado de Orquestra Sinfônica. Mas, dependendo da música, pode ter mais ou menos instrumentos diferentes desses e até utilizar-se de objetos comuns para fabricar sons inusitados. Para liderar esse grande e diverso grupo, é preciso ter uma pessoa regendo a música por meio de seus gestos, que juntam e guiam cada instrumentista. A Orquestra Sinfônica do GURI de Jundiaí foi criada em 2012 e já tocou sob a regência de Alba Bonfim, Ana Beatriz Valente, André Sanches, Camila Kraus, Carlos Moreno, Cláudio Gatto, Diego Guzman, Fabrícia Medeiros, Felipe Sena, Gesiel Vilarubia, Jean Reis, Natália Laranjeira e Paulo Galvão. Integrou o programa ‘Cartas Brasileiras’, da flautista Lea Freire, com Amilton Godoy, Fabio Peron e Vinicius Barros. Acompanhou como solista Paulo Paschoal (OSESP), apresentou-se na Virada Cultural em Jundiaí, no Festival de Música de Boituva, com Ná Ozzetti; realizou concerto com Leci Brandão, no Auditório Ibirapuera, participação no espetáculo ‘Lendas Amazônicas’ e no espetáculo audiovisual com a cravista Isabel Kanji da obra ‘A Suíte Aquática’ de Händel.
Orquestra Sinfônica do GURI de Ribeirão Preto
Concebida a partir de uma perspectiva de construção artística, pedagógica e social no âmbito dos Grupos Musicais do GURI, a Orquestra Sinfônica do GURI de Ribeirão Preto teve seu processo de consolidação a partir de 2023, estabelecendo-se como um importante espaço de formação musical coletiva. Desde então, o grupo vem apresentando um crescimento consistente, tanto no domínio técnico instrumental quanto no desenvolvimento da sensibilidade artística de seus alunos e alunas. Ao longo de sua trajetória, a orquestra já contou com a colaboração de regentes convidados, entre os quais se destacam Lincoln Mendes, José Matsumoto, Silvia Berg, Vitor Zafer e Rodrigo de Jesus, contribuindo para a ampliação de perspectivas interpretativas e o aprofundamento da experiência musical dos discentes. O trabalho desenvolvido tem se caracterizado por uma progressiva ampliação do repertório, incluindo a execução de obras originais e arranjos que desafiam os limites técnicos e expressivos do grupo. Nesse sentido, a Orquestra Sinfônica do GURI de Ribeirão Preto não apenas se afirma como um conjunto em constante evolução, mas também como uma relevante referência regional, desempenhando papel fundamental no fortalecimento e na segmentação do trabalho pedagógico promovido pelo programa. Para além da dimensão técnica, o grupo tem se dedicado à construção de experiências estéticas significativas, nas quais a prática musical se orienta por um diálogo cada vez mais profundo com a obra, o compositor e os elementos constitutivos da linguagem musical. Esse percurso reflete um amadurecimento artístico que transcende a execução instrumental, aproximando os jovens músicos dos processos criativos e da dimensão poética da música. A orquestra já se apresentou em diversos espaços culturais da cidade de Ribeirão Preto e em municípios da região, como Franca, São Simão, Batatais, Sertãozinho e Jaboticabal, ampliando sua atuação para além do contexto local. Nesse percurso, afirma-se como um agente de difusão artística e de formação sensível, promovendo encontros entre a música e a comunidade. Mais do que a consolidação de um conjunto, sua trajetória revela a construção de um espaço vivo de experiência estética, no qual o fazer musical se transforma em linguagem, escuta e expressão — projetando os alunos e alunas em direção a uma relação cada vez mais profunda com a arte.
Percussão do GURI de Marília
Fazer música em grupo com instrumentos de percussão ou utilizando os sons do próprio corpo (por meio das palmas, estalo de dedos, bater o pé no chão ou as mãos na barriga, coxa, joelho) é parte da história humana há muito tempo. Pode ser encontrada em diversas culturas, desde as tribos africanas, o gamelão da Mongólia, o taiko japonês, os povos originários do nosso continente ou até a utilização por exércitos no campo de batalha como forma de coordenação das ações. Diversos tipos de instrumentos fazem parte dessa família da percussão. Mais famosos, os tambores; outro tipo que é agitado ou chacoalhado ou raspado, como o reco-reco. Também podem ser utilizados objetos inusitados em um contexto musical, reproduzindo ou manipulando sons do cotidiano. Os teclados de percussão têm uma organização similar ao piano, tais como xilofone, vibrafone, marimba e sinos tubulares. O Grupo de Percussão do GURI de Marília foi criado em 2012, na cidade de Ourinhos, e a cidade de Marília passou a sediar o grupo em 2017. Criou produções audiovisuais com Alisson Amador e Herivelto Brandino. Dividiu o palco com o Groupe Percussions de Tournai, na Bélgica, com o percussionista Ari Colares no Teatro Castro Alves, em Salvador, durante o ‘PercPan’ – Festival de Percussão, juntamente ao Rumpilezinho, grupo de formação criado por Letieres Leite. Participou do Encontro Percussivo USP-Ribeirão Preto, apresentou-se no Festival de Música de Ourinhos e no Theatro São Pedro. Já recebeu importantes artistas para tocar ou realizar a regência, como Santiago Vazquez, Eduardo Gianesella, Luiz Guello, Ricardo Bologna, Eliana Sulpicio, Agnaldo Silva, Jorge Rafael, Tico Proença e Enzo Ferreira.

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Os Grupos Musicais do Guri são constituídos por orquestras sinfônicas, orquestras de cordas, bandas sinfônicas, big bands, cameratas de cordas, cameratas de violões, regional de choro, conjuntos de percussão e de corais (infantil, juvenil e familiar).